Imagem de Santa Bakhita - 15cm

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R$18,00

Descrição Resumida

Imagem artesanal, de mesa, feita e bordada à mão, em tecido, com enchimento de fibra siliconizada e mistura de ervas aromáticas.

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Detalhes
SANTA BAKHITA
Data de comemoração: 08 de fevereiro
Material: tecido em algodão, tergal, feltro, fibra siliconizada, mistura de ervas aromáticas, lacinhos de fita coloridos, enfeite, apliques, fitas de diversas cores e tamanhos, e outros.
Acompanha um envelope plástico contendo, informações com os dados conhecidos da imagem, tais como: data de comemoração, se é padroeiro, ou patrono de alguma atividade, mais um resumo de sua história e oração.

HISTÓRIA

Uma santa não só para as irmãs Canossianas e para o povo de Schio, mas para a Igreja toda. Uma filha da África elevada às honras do altar, protetora dos pobres e os abandonados, no alvorecer do novo século. Sudão - um povo pacífico, os dajiús, negros puros. Ao longe do povoado de Olgossa, na região ocidental de Darfur, avista-se o vulcão agora calmo e, mais perto, a árvore sagrada rodeada de cabanas e a de seus antepassados. Os rebanhos têm bom pasto, mas vem a seca e o povoado se transfere para Nayala. As famílias grandes se reúnem. É lá que a menina vive. Chegam os salteadores e levam a filha mais velha. Dois anos depois, no dia fatídico, a pequena menina é capturada por dois desconhecidos. Suplica que a deixem ir, mas, violentos, ameaçam-na com o chicote e perguntam: "Qual é o teu nome?" Diz o outro rindo, "Ela não tem nome" então vamos chamá-la "Bakhita". Começa aí a tortura da menina; no vilarejo é trancafiada numa cabana. De povoado em povoado, o grupo de escravos aumenta e muitos são mortos, outros vendidos. Bakhita tem uma companheira e, juntas, conseguem fugir, porém cairão novamente em mãos do mercador. Passa o tempo até que a mandam procurar o cônsul italiano. Bakhita, resignada, vai, recebe alimento e dorme, não acreditando que sua vida mudara. As tropas rebeldes se aproximam de Cartum e o cônsul vai voltar para a Itália. Bakhita suplica para ir junto, e ele cede. Dezembro de 1884. Na Itália o cônsul Calisto Legnani compra a escrava Bakhita do cruel general turco. Bakhita se afeiçoa ao cônsul Calisto. Mas Augusto Michiele e esposa devem voltar à África. Bakhita cuida da filha deles, chamada Mimina, e fica em Veneza, no Instituto dos Catecúmenos, com as freiras canossianas. Aí começa a sua instrução religiosa. Bakhita se recusa a acompanhar Maria Turina e Mimina de volta à África. A senhora se revolta e a chama de escrava ingrata, mas Bakhita persiste e diz que não deixará a casa do Senhor. O cardeal de Veneza, Domenico Agostini, interveio na questão, contestando o procurador do Rei. Disse ele: "Nós estamos na Itália e aqui não há escravidão, portanto, aqui Bakhita é livre". Era 29 de novembro de 1889. Para Bakhita começava uma nova vida. Ela se prepara para o batismo. Já tem 18 anos. O próprio cardeal de Veneza administra-lhe os três sacramentos de iniciação cristã: batismo, crisma e eucaristia. Quatro anos se passaram, felizes e frutuosos. Bakhita não fica inativa. "Gostaria de me tornar irmã..." E a madre escreve para a superiora-geral. A madre vem e, no dia 7 de setembro de 1893, ela ingressa no noviciado naquele mesmo instituto. Em 8 de dezembro de 1896, em Verona, Bakhita emite os votos de pobreza, castidade e obediência, na mesma casa onde vivera a fundadora das Filhas da Caridade, Santa Madalena de Canossa. E, então, ela foi transferida para Schio. Ela não é mais jovem, porém durante dois anos participa de encontros em muitos lugares da Itália. Sua história dramática, às vezes trágica, impressionava. É apresentada a uma escritora. Chega outra guerra, que enfrenta tranqüila. Mas os anos pesam e ela sofre de bronquite asmática, artrite e arteriosclerose. } Sofre muito. As pernas enfraquecem e precisa de cadeira de rodas. Pede para ir diante de El Paron e reza, dizendo a Deus: "Eu não tenho nada para Lhe dar..." Olha a imagem de Jesus: "Obrigada por tudo que me destes, eu vou indo devagarzinho rumo à eternidade"... * Texto retirado do site: http://www.novomilenio.inf.br escrito por Titina Palmieri Brandão 

Oração
Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós. Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social. Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência. Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido). Amém.

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